Cócegas

Vide “tickling”

Crucificação

Prática de se prender a escrava a uma cruz e ali deixá-la.

Mais que uma forma de imobilização, a crucificação torna-se uma tortura a partir do momento em que a escrava é ali deixada por longas horas até que perca sua sustentação nas pernas.

Cruz de Santo André

É um tipo de cruz  em X onde a escrava é presa com as mãos e pés afastados.

Cunnilinguis

Sexo oral na escrava.

D

Depilação

 Prática comum no BDSM, não só do Mestre depilar sua escrava como também desta manter a depilação ao gosto de seu Dono.

Inexiste uma forma específica de depilação da escrava, que deve obedecer o gosto e ordem do seu Dono, podendo até ser total.

Disciplinar (Disciplinamento)

 Vide “Adestrar”

Doação

Menos comum que o empréstimo e o leilão, o Dom tb. pode ter o direito de doar a sua escrava. Assim, a doação se processaria como no leilão: a obrigação da escrava para com seu ex-Dono que a doou se restringe apenas a uma sessão com o novo Dono, uma vez que uma doação não pode definir nem impor a entrega permanente da submissão da escrava, que é algo pessoal e subjetivo.

Dogwoman, Dogman, Dogplay.

 Práticas e cenas que consistem em transformar a escrava em cadela.

Domar

Vide “adestrar”.

Dominação

Base do BDSM, mais especificamente do D/s, que consiste na imposição, disciplinamento, adestramento e condução das atitudes da escrava, neste caso, a submissa.

Dominação Psicológica

Prática de dominação que consiste em jogos de humilhação e subjugo verbal e psicológico, muitas vezes mediante disciplinamento rígido, humilhação, inferiorização ou jogos/palavras de forte impacto emocional.

Também define a tentativa de coordenação, disciplinamento, adestramento e condução dos sentimentos e pensamentos da escrava.

 

Dominação Pública

Prática de dominação que consiste em jogos e cenas em locais públicos.

Dominação Virtual

Dominação feita através da Internet, que consiste em narrar interativamente cenas BDSM ou mesmo impor castigos, regras, ordens e tarefas  à distância.

Dominador

É alguém que sente prazer no poder que tem em controlar física e psicologicamente uma personalidade submissa.

Dono

É o proprietário do(a) escravo(a). Um(a) escravo(a) que não tem dono é “avulso(a)” ou “livre” ou “libertino(a)”, significa que em cada sessão pode ficar com um Top diferente. O dono pode emprestar livremente o(a) seu (sua) escravo(a) para o uso de outros TOP’s, caso isso seja da preferência dele e não seja um limite dele(a).

 

Dorei

 Praticante passiva de shibari.

D/s

 Dominação/submissão

 

Dupla Penetração (DP)

 Penetração simultânea da vagina e do anus.

E

Eletrochoque

Como o próprio nome diz, Eletrochoque consiste em se aplicar choques elétricos de forte voltagem sobre o corpo da escrava.

Bastante utilizado como tortura coercitiva e confessional, não é prática comum no BDSM por conta de seus riscos.

Não deixe de ver “eletroestimulação”.

Eletroestimulação

Prática mais comum no BDSM, se difere de Elerochoque por não ser a aplicação de choques elétricos de alta voltagem, e sim de pequenas voltagens controladas através de aparelhos próprios para estimulação involuntária de nervos e músculos do corpo, gerando reações diversas.

Requer diversos cuidados com a forma, local de aplicação e estado de saúde da escrava.

Empregadinha

Cena BDSM que consiste na transformação visual e de atitudes da escrava em empregada doméstica (Vide também “serviçal pessoal”)

 

Empréstimo

Prática que consiste no empréstimo da escrava a outro Dominador, com ou sem a presença do Dono ou reciprocidade.

Enema

Ato de inserção de líquidos pelo ânus e reto; Lavagem intestinal.

É utilizado no BDSM como tortura (se for em grande quantidade), humilhação (pelos resultados escatológicos) ou para higiene da escrava antes do sexo anal.

 

Enforcamento

Forma de asfixia, de incômodo ou mesmo de restrição de movimentos da escrava.

Escarificação

A escarificação é o ato de provocar pequenas cicatrizes na pele com instrumentos cortantes, lixas ou materiais abrasivos. (…) Os cortes são superficiais e podem ter formas geométricas, letras, (ou, mais objetivamente, denotar uma marca de propriedade). Como há sangramento, o risco de transmissão de doenças (…).

Escárnio

Cena BDSM que consiste em se escrever nomes injuriosos, humilhantes e agressivos no corpo da escrava, com uso de tinta, bem como palavras de ordem como “coma-me”, “chupe-me”, etc.,geralmente antes de sua exposição ou empréstimo.

 

Escrava

 A diferença e definição de escrava e submissa é um assunto há tempos controverso no BDSM que chega até mesmo a gerar preconceitos e pejoratividade a um dos termos.

Existem diversos pensamentos sobre o assunto, dentre os quais destaco:

a- A escrava seria a praticante libertina e livre, já a submissa seria a escrava com Dono;

b- A escrava seria a praticante ligada ao S&M e a submissa ao D/s (existe S&M sem D/s e D/s sem S&M ?);

c- A escrava seria a submissa arredia, rebelde, desobediente e desafiadora a ser domada/vergada;

d- A submissa seria uma evolução da escrava, ou seja, uma escrava já treinada;

e- por outro lado, outra corrente define a escrava como sendo uma submissa que não tenha mais vontade ou limites com seu Dono, logo, seria por este ponto de vista mais evoluída que a submissa;

 

Espéculo Vaginal/Anal

Instrumento médico usado para se examinar a vagina, dilatando-a mecanicamente. Usado em práticas de exposição e jogos médicos.(…)

Espéculo Oral

Instrumento médico usado para manter a escrava com a boca aberta.

 

Espancamento

 A palavra, como muitas outras em BDSM, assusta iniciantes e curiosos. Mas não confundi-la com o crime agressiva e não consensual. Tudo em BDSM é feito com consensualidade, responsabilidade e visando o prazer e realizaçãomutuos. Vide “spanking”.

 

Espora (circular)

 Espora de pontas finas e circulares, presa a um cabo e giratória, utilizada para tortura da escrava.

As pontas não chegam a penetrar a pele, porém, o efeito psicológico e a sensação no momento são extremamente torturantes, ainda mais vendando-se a escrava.

Em partes sensíveis do corpo, como mamilos e sexo, a espora é bastante dolorosa.

 

Espremedor de seios

Artefato de tortura que consiste em duas barras de madeira que vão sendo juntadas por meio de uma borboleta e  servem para espremer os seios da escrava entre elas.

Estupro

Prática criminosa que consiste em obrigar outra pessoa ao ato sexual, seja sob coação, violência, força ou mesmo impedindo sua recusa. O estupro só se correlaciona ao BDSM através de sua prática como teatralização (o Dom “fingiria” ser um bandido estuprador e a escrava sua vítima), pois, uma vez que a base do BDSM é a consensualidade e o estupro é uma prática totalmente coercitiva e não-consensual, o mesmo em nada se correlaciona ao BDSM.

Estrangulamento (Agonofilia)

Prática que consiste em fantasiar o estrangulamento, visando “hipoxifilia”.

F

Face-Sitting

 Prática mais ligada à dominação feminina, que consiste em sentar-se sobre o rosto da escrava.

 

Feminização

 Jogo erótico de dominação feminina onde o escravo é vestido e tratado como menina ou mulher.

Ferro quente

 Vide “Branding”

Fetichismo

 Erotização de objetos, comportamentos, vestimentas ou partes do corpo.

Fisting

 Prática que consiste na inserção (vaginal ou anal) de mãos, punhos, braços e/ou também objetos de grande tamanho.

 

Flog

Tipo de chicote com varias tiras de couro.

Se as tiras forem trançadas, leva o nome de rabo de gato.

Food-Rituals

Rituais, humilhações, torturas e/ou estimulações envolvendo comida.

G

Gaiola

 Pequena Jaula, normalmente utilizada para prender a escrava em posição incômoda e bem restrita.

Gags, Gag Ball

   Instrumentos que são inseridos na boca para dificultar a fala da escrava, mas principalmente para humilhação de fazê-la salivar/babar intensamente. Podem ter a forma de bola, arreio, argola, etc.

Existem os Gag-Balls com balão interno de inflar que são usados também para asfixia.

 

Gelo

Tanto o gelo como qualquer outro material gélido são amplamente utilizados no BDSM para tortura e sensibilização.

Guia

Tira de corrente ou outro material destinada a prender-se na argola da coleira de sessão para com ela o Dom puxar e guiar a escrava.

Guizos

Utilizado na Poney Girl (vide) preso aos seios por piercing ou clamps.

Pode ser utilizado também em outras práticas BDSM para indicar pelo som onde a escrava se encontra ou restringir e tornar explicito seus movimentos.

H

Hashi

Os palitos utilizados como talher na culinária oriental e que, juntamente com elásticos, pode ser utilizado no BDSM como clamps.

Hentai

Desenhos e quadrinhos eróticos japoneses.

Higienização

Vide “wash”

Hipoxifilia

   Atração por teor reduzido de oxigênio, mediante utilização de mascaras de gás, panos molhados, estrangulamento e sufocamento. 

Humilhação

Ato de provocar a DOR MORAL. Redução deliberada do ego para propósitos eróticos, variando de embaraço moderado a degradação.

I

Imobilização

Ato de se restringir os movimentos da escrava.

Infantilização

Jogo erótico em que a escrava é tratada como bebê ou criança.

 

Infibulação

Vide “piercing”.

Ingestão Forçada

Tortura, disciplinamento ou humilhação que consiste na imposição de ingestão pela escrava de determinado tipo de alimento, objeto ou substância.

A ingestão forçada torna-se tortura quando o objetivo é o excesso de ingestão ou a ingestão de objetos repugnantes.

 

Inversão de papéis

Define duas práticas:

1. O ato de se inverter as posições dentro de uma sessão ou relacionamento, ou seja, a escrava dominar o Dom por um período de tempo determinado.

2. Cena em que a mulher(seja Domme ou mesmo a  escrava)  assume a posição masculina, penetrando o parceiro com uso de straps (pênis de borracha).

J

Jacarés

 Um tipo de “Clamps”, ligado ou não por correntes.

Jaula

Gaiola de tamanho maior, usada para aprisionar a escrava, não necessariamente numa posição desconfortável.

 Jogos Médicos (Medical Play)

Consiste nas práticas com alguns objetos de uso médico. Os mais difundidos são: espéculos vaginais, espéculos retais, e ânsucópios. Enemas, cateteres, agulhas e fist fucking podem entrar em sessões de Medical Play. Luvas cirúrgicas descartáveis são comumente utilizadas. (…)

K

 

Klister

 Vide “enema”

L

Latex

Material, assim como o couro, utilizado para roupas no BDSM.

Lavagem

Vide “wash”

 

Leilão

Prática grupal pública que objetiva leiloar escravas, seja apenas para pequenas cenas, seja com a completa transferência de posse. Neste último caso, a obrigação da escrava para com seu ex-Dono que a leiloou e(ou) para com o resultado do leilão se restringe apenas a uma sessão, uma vez que um leilão não pode definir nem impor a entrega permanente da submissão da escrava a um Dono, que é algo pessoal e subjetivo.

Limites

As fronteiras das atividades no BDSM acordadas e conversadas entre dominador(a) e submissa(o), definindo o que e até onde uma prática, uma cena ou um relacionamento podem ir. Limites devem ser obrigatoriamente respeitados. O limite se aplica às regras, cenas, práticas, níveis de dominação e submissão, duração das cenas, etc. 

M

Maiúsculas/Minúsculas

 Refere-se à grafia de letras em BDSM virtual. É comum alguns Mestres teclarem sempre em maiúsculas, denotando sua condição de Top (porém, como maiúsculas tb. significam “gritos”, muitas vezes esta confusão  inviabiliza tal liturgia).

Também existe a convenção de nicks de escravas iniciarem em minúsculas e de Doms em maiúsculas. Porém, como toda convenção, a falta de rígida  observação e generalização acaba por torná-la ineficiente.

Máscara

Utilizada não só para preservar a identidade, tanto dos Mestres quanto das escravas, mas também como utensílio de humilhação ou até tortura (esta com o uso de máscaras de ferro, incomodo ou total privação de sentidos e/oumovimentos).

 

Masmorra

   Vide “Calabouço”.

Marcas

   Resultantes de torturas. A grande arte do sádico está em saber adequar as marcas (sua intensidade e tempo de permanência) às possibilidades de exposição da escrava, não causando-a, assim, qualquer infortúnio pessoal ou profissional que contraria a segurança da relação (SSC).

Marcas de Propriedade

   Adereço que denote e demonstra que a escrava é propriedade/posse de um Dono. Pode ser de diversos tipos, desde um pingente ou brasão na coleira, um piercing, brinco vaginal, anel, tatuagem ou mesmo um tipo específico de nick“escrava do Mestre” ou um adendo ao nick da escrava “escrava{M}” ou, no caso das minhas escravas, o “J_(escrava)”.

A “marca de propriedade” não é o objeto em si (a coleira, a tatuagem, o anel, o piercing ou o nick), mas o desenho, o símbolo ou o brasão constante no mesmo, que este sim denota a propriedade.

Mentor

 é semelhante a um mestre, com a exceção de que ele não conduzirá a pessoa mentorada pelos caminhos do BDSM, apenas os indicará ou facilitará para que ela os ache. Isso significa dizer que o mentor não faz sessão com a pessoa mentorada, apenas a instrui teoricamente e também experimentalmente sobre como proceder, podendo até arranjar um par para ela. O que se deve exigir do mentor é que ele tenha bastante conhecimento do BDSM. Todo mestre é também mentor de sua escrava(o). Curiosamente, nada impede que um submisso seja mentor de uma dominadora – o que conta é que ele seja um bom professor, tendo em mente que não praticará o BDSM com a dominadora em questão, apenas lhe ensinará sobre tal.

Mesa Esticadora

Móvel muito utilizado para torturas medievais, que consiste numa mesa onde a escrava é presa numa ponta pelos pés e na outra pelas mãos e, por uma das pontas a corda ou corrente que a prende é enrolada numa roldana, puxando a escrava  até o máximo de esticamento de seu corpo.

Mestre

 é o TOP que não se limita sessões esporádicas, não é um “Dominador ou Sádico de sessão”, mas segue um estilo de vida BDSM. Um Mestre conduz o(a) escrava pelos caminhos do BDSM, mostrando-lhe novas sensações e teorias, quebrando seus limites aos poucos, tem um comprometimento com ele(a) e com seu desenvolvimento. Um mestre pode ser sádico, dominador e/ou bondagista, ou todas alternativas, dependendo de suas preferências.

Para que o(a) escravo(a) tenha um mestre, não poderá ser “avulso(a)” ou apenas “de sessão”, mas sim ter um comprometimento com aquele mestre. Um mestre pode ter várias escravas(os), popularmente chamadas(os) de “irmãos(ãs) de coleira”(ou seja, que serviriam ao mesmo mestre), mas um(a) escravo(a) não pode ter vários mestres, senão apenas um. Entretanto, é possível que, não tendo mestre, o(a) escravo(a) tenha vários dominadores, com os quais pode fazer sessões de vez em quando.

Milho

 Utilizado para tortura de se colocar a escrava ajoelhada sobre ele.

O milho mais usual é o de pipoca. Mas pode-se também utilizar feijão (para uma tortura mais light) ou milho de canjica (para uma dor mais intensa).

Para torturas ainda mais hard pode ser utilizada também tampas de garrafa, limalhas de ferro ou outros materiais, bem como fazer a escrava ajoelhar sobre superfícies incomodas e/ou dolorosas, seja por sua textura ou ate temperatura.

Misofilia

Prática envolvendo sujeira.

Mordaça

Tipo de gag utilizado para impedir a fala da escrava (diferente dos “Gag, GagBalls”, “arreios” e “mordedores” que tem a  função maior e humilhante de fazer a escrava salivar).

Mordedores

   Vide “Gag, GagBalls”

Mumificação

Prática de se imobilizar a escrava, enrolando seu corpo com ataduras, plástico, filme de PVC transparente (Magipack), ou congênere, impossibilitando qualquer movimento. Cuidado especial deve ser tomado para se evitar asfixia (…).

Munch

Reunião BDSM em local público, sem cenas, organizada com o fim de possibilitar que as pessoas se conheçam e/ou discutam sobre a filosofia BDSM.

Além dos adeptos, também podem participar simpatizantes e “não praticantes”.

N

 

Nick (apelido)

 Apelido ou pseudônimo usado nas salas de bate papo e no meio virtual BDSM, que geralmente se estende ao meio real, onde Mestre e escravas se tratam pelo nick e  não pelo nome de batismo.

Os nicks podem indicar a condição de seu usuário. Seja pelo seu escrito (Mestre fulano, escrava cicrana), seja pela forma como se escreve ( existe a convenção de Doms usarem nicks com iniciais maiúsculas e escravas com iniciais minúsculas).

Os nicks também podem ter marcas de propriedade, indicando assim  que a escrava tem Dono.

Nipple Bondage

 Vide “Bondage de seios”.

Nipple Clamps

 Clamps aplicados aos seios.

O

 

Olhar

Vide “Vistas baixas”.

 

Orgulho

 Não confundir com o orgulho no sentido de prepotência, vaidade ou indisciplina. O Orgulho da escrava está em “ser escrava”, pois uma escrava deve ter orgulho de sua posição,  opção, entrega e dom. Isso a faz uma escrava orgulhosa, o que, na minha opinião pessoal, é a escrava perfeita.

Nas fotos selecionei uma cena em especial do clássico “História de O”, onde a atriz consegue passar a imagem e o semblante de uma escrava no seu maior momento de orgulho: Ao recusar uma proposta de casamento e pedir a seu Dono que a chicoteie antes do pretendente ao matrimônio chegar para receber a resposta que seria tão somente a imagem que está nas fotos… *sem comentários*

P

Palavra de Segurança

 Vide “safeword”

Palmada

Ato de se bater com a palma das mãos.

 

Palmatória

Tala de madeira ou borracha, pesada, às vezes furada e/ou com ranhuras ou taxas, utilizada para spanking.

 

Pau de Arara

Forma e posição de se prender a escrava suspensa, de forma incômoda.

Pelourinho

Coluna de madeira, pedra ou mesmo metal, onde se prende a escrava  em pé para  exposição e tortura. Tronco.

Piercing

 Brincos para perfuração e ornamentação de partes do corpo.

No BDSM é utilizado como marca de propriedade.

 

Pinça

Um tipo de “clamps”, no formato de uma pinça, geralmente ligados a correntes.

 

Piss

 Vide “Chuva Dourada”

Play-Party

Reuniões sociais onde ocorrem se desenrolam cenas BDSM.

Plug

 Objeto em formato cônico ou cilindrico com um estreitamento na base, próprio para ser inserido no ânus ou mesmo na vagina. Alguns podem vibrar ou expelir líquidos. São usados para dilatação, treinamento/disciplinamentoanal ou mesmo para humilhação da escrava, ao impor-se seu uso secreto em momentos cotidianos.

Pedofilia

Não confundir, como muitos, com Podofilia. A pedofilia é uma prática criminosa que consiste em relações sexuais com menores de idade. Assim, considerando-se que legalmente os mesmos não tem capacidade para aconsensualidade, sua ligação com o BDSM estaria de imediato comprometida, por impossibilitar e ferir a tríade do SSC.

 

Podofilia

É a fantasia sexual/atração por pés (Não confundir com “Pedofilia” que é o CRIME de seduzir menores de idade)

PoneyGirl

 Diz-se da praticante e da prática que consiste em transformar a escrava em égua, seja cavalgando sobre ela, seja com a utilização de charretes próprias.

Poney-Play

 Cenas onde um dos praticantes assume um papel eqüino.

Posições Incômodas

É comum a escrava ser presa em posições incômodas como forma de disciplinamento ou tortura.

 

Prendedores (de mamilos/genitais)

Um tipo de “Clamps”, semelhante ao usado para prender roupas em varal ou o próprio.

Privação dos Sentidos

Um dos meios de provocação de DOR PSICOLÓGICA. Técnica de dominação que reduz as informações sensoriais, utilizando-se mordaças, capuzes, vendas, tampões, e/ou outros instrumentos.

R

 

Rabo de gato

Chicote tipo flog com as tiras trançadas.

 

Raquete

 Utilizada para espancamento, como palmatória.

 

Regras

 Normas de conduta preliminares e básicas impostas à escrava.

Régua

Utilizada para espancamento, pode ser uma eficiente palmatória.

 

Relho

Chicote Hard, de couro seco trançado que provoca hematomas internos.

Rimming

É o sexo oral no ânus. Ato de lamber ou beijar o ânus.

Ritual

Pequena/média encenação durante uma sessão, com movimentos, comportamentos e falas pré-estabelecidos.

Roda

 Móvel de tortura muito usado na Idade Média e pela inquisição que consiste numa roda onde a vítima é presa em X.

Nas torturas medievais a vítima tinha seus braços e pernas quebrados para impedir sua sustentação na roda que era girada na maior velocidade possível.

Nas práticas BDSM a roda e utilizada para colocar com facilidade a escrava em diversas posições, inclusive de cabeça para baixo.

A “roda” não precisa ser obrigatoriamente circular. Uma cruz de Santo André pode perfeitamente servir de roda, se girar.

Roda de pinos

  Vide “esporas”.

S

Saliromania

Praticas e prazer associados ao suor.

 

Sádico

Aquele que sente prazer ao fazer outra pessoa sofrer.

SM ou S&M (sadomasoquismo)

Prática BDSM  centrada na dor.

 

SSC

São, Seguro e Consensual. A importante tríade que separa o aceitável e o condenável no BDSM.

Tudo que possa ser classificado como SSC é aceitável no BDSM, por mais que para alguns (ou nós mesmos) pareça um exagero ou absurdo. Da mesma forma, qualquer coisa que venha a ferir um dos elementos da tríade deve ser execrado e condenado, por mais que possa, a princípio, parecer um insignificante detalhe.

São

 Sadio, higiênico, salutar, justo, íntegro, consciente, sóbrio, maduro.

Seguro

 Prudente, comedido, cauteloso, responsável e respeitoso. Refere-se também à segurança física, psicológica e o respeito à vida pessoal, familiar e profissional da escrava (e, claro, também do Dominador).

 

Safeword

Palavra ou gesto pré-estabelecido entre as partes que, uma vez utilizado pela escrava, demonstra que a mesma atingiu seu limite de resistência com a cena.

Serva

 Escrava. 

Serviçal Pessoal

Escrava dedicada a tarefas domésticas e pessoais do Dono. Não se transforma em empregadinha, pois mantém sua condição, visual e atitudes de escrava, não de empregada.

Sessão

 Período de tempo (geralmente num local específico- Motel/masmorra) onde se desenvolve com maior intensidade e ininterruptamente o jogo BDSM.

 Sessão pode ser definida como um conjunto de cenas ou a “encenação” do BDSM (pelos adeptos da teoria de que BDSM seja teatro).

 

Sexo

Constante, usual e prazeroso no BDSM, mas não obrigatório, podendo este se resumir a cenas e jogos de dominação e sadomasoquismo.

Sexo Anal

Cópula com a substituição da vagina pelo anus para penetração.

Sexo em público (agorofilia)

Pratica que no BDSM se expande também para a dominação, tortura, humilhações e cenas em geral.

Sexo Oral

Prazerosa prática baunilha amplamente utilizada no BDSM, mais como imposição do ato à escrava que como concessão do Mestre a ela.

Shibari

Bondage japonês, praticado com o uso de cordas específicas que deixam desenhos no corpo da “Dorei”.

 

Silver Tape

Fita prateada e larga com forte poder adesivo, utilizada como eficiente mordaça, ou mesmo para “wraps”.

 

Socratismo

Estimulação anal por Introdução do(s) dedo(s).

 

Sodomia

Ato de se penetrar o anus. Em sentido restrito, o sodomita é o praticante ativo.

Spanking

 Cenas de espancamento. Nome utilizado dentro da comunidade BDSM para o ato de bater. No Brasil, spanking engloba o ato de bater com as mãos, chicote, vara, chinelo ou palmatória. Nos Estados unidos e Europa, há uma distinção entre o Spanking, Whipping e “Canning”. “Whipping” é qualquer atividade que envolva chicotes e Canning, que envolva varas. (bambu, rattan, etc.).

Spread Bar

Vide “Barra extensora”

Submissa

Vide ”escrava”

Submissão

 Segundo o dicionário Aurélio: obediência, sujeição, subordinação, docilidade, servilidade, humildade e subserviência.

Suspensão

 Técnica de imobilização onde o peso da escrava é total ou parcialmente suspenso. Esta prática requer cuidados especiais com o equipamento, sua resistência, fixação, tempo de permanência e posição da escrava.

Sucção

Sucção da pele, mamilos ou órgãos genitais, realizada com o auxílio de bomba de vácuo manual ou eletro-mecânica.

Normalmente utiliza-se uma seringa de injeção preparada para tal.

Stop Code

Vide “safeword”

Straps (-on)

Vide “Inversão de papéis (2)”

Swing

Pratica entre casais que consiste em se permutar os parceiros.

Switcher

Aquele que se agrada do BDSM tanto como dominador/sádico, quanto como escravo/masoquista, praticando-o em  ambas as posições,  seja com um mesmo parceiro, seja com parceiros diferentes.

T

Tickling

Tortura por meio de cócegas.

Títulos Honoríficos

 É comum o Top se auto-intitular honorificamente, em especial nos nicks utilizados pelo mesmo. Assim, utilizam termos como Lord, Herr, King, Imperador, etc. Porém, tais títulos não tem uma definição específica ligada a uma pratica ou comportamento (como Mestre, Dominador, Sádico, Dono e Mentor), sendo apenas uma auto-intitulação.

Toalha Molhada

   Utilizada para espancamento, sendo bastante dolorosa, mas segura por não deixar marcas.

Top

Praticante na posição dominante.

 

Tornozeleiras

 Algemas utilizadas nas pernas, mais especificamente nos tornozelos.

Tortura

Tratamento que se dá a um ser humano baseado em provocar dor, para se obter alguma atitude, ou para punição

Tortura Genital

O princípio básico da tortura genital é provocar sensações profundas e intensas diretamente nas zonas erógenas do corpo. 

Trampling

   Prática ligada a podolatria, que consiste em  pisar a escrava,  descalço ou com sapatos, podendo chegar até mesmo a caminhar sobre ela..

 

Trave

Vide “Cavalete”

 

Tronco

Vide “Pelourinho”

 

Travestismo

Vide “crossdressing”.

U

Urofagia

Ingestão de urina.

V

Vampirismo

Cenas que envolvam sangue, com ou sem sua ingestão.

Encenações de vampiros.

 

Vara (de Rattan, de Marmelo)

Vide “Cane”

Vela (cera quente de…)

 Utiliza-se a cera quente de vela para pingá-la sobre o corpo da escrava.

Vela de sete dias

Vela mais grossa cuja cera se acumula fartamente. A quantidade de cera que pinga sobre o corpo da escrava é maior, porém, com temperatura mais baixa.

Vendas

Usadas para restringir a visão da escrava.

Vergar

Ato e subjugar e dominar a escrava e assim conseguir  sua entrega e/ou obediência.

Vergas

Vide “ButtPlug”

Vibrador, Vibro

Utensílio de prazer, utilizado para estimulação sexual da escrava.

Vistas Baixas

Usualmente imposta à escrava no BDSM como forma de demonstrar submissão.

24/7

Termo e prática de definição muito controversa no BDSM.

Mas basicamente e sem maior aprofundamento, pode-se definir o 24/7 como sendo uma relação BDSM com entrega e posse 24hs por dia, 7 dias por semana.

X

X

Posição muito prática e eficiente de se prender a escrava, por deixar seu corpo totalmente indefeso e acessível.

W

Wash (Jogos com água/Lavagem)

Cena que consiste em se lavar e/ou higienizar a  escrava.

Wax

Vide “vela”

Wraps

Prática semelhante à “mumificação”, porém, sem a cobertura total do corpo da escrava.

Z

Zelofilia

Prazer derivado do ciúme. Jogos e cenas que envolvam ou provoquem ciúme.

Zoofilia

Prática sexual envolvendo animais.

Close Menu
×
×

Cart